PARADOXO DO TEMPO

Pessoas,
É claro que o texto abaixo não é meu. Na verdade, tive conhecimento dele em 2000. É velhinho, né? Mas ao mesmo tempo super atual, ainda . Não sei de quem é, mas sei que muitas outras pessoas também o consideram interessante, eu sei. rsrsrsr.... Não raramente lembro dele, e ontém andando com o André numa correria só, em Cuiabá, debaixo de um calor de rachar, prá variar. Lembrei -me dele novamente.

Como tenho postado pouco no blog, resolvi fazer uma busca rápida no google. E pronto. encontrei-o no primeiro clique. Ebaaa... Não é que prá algumas coisa a internet é essencial e eficiente.

Bem, só corrigindo na verdade a eficiência da internet depende de quem faz do uso dela. Mas, isso geralmente não é o meu caso. Mas, algumas vezes dou sorte... Digamos que estou aprendnendo...muuuito lentamente, mas vou indo...





PARADOXO DO TEMPO
O paradoxo de nosso tempo na história é que temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas desfrutamos menos.


Temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos tempo; temos mais graus acadêmicos, mas menos senso; mais conhecimento e menos poder de julgamento; mais proficiência, porém mais problemas; mais medicina, mas menos saúde.


Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos de menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos muito facilmente, ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais, raramente paramos para ler um livro, ficamos tempo demais diante da TV e raramente oramos.


Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência. Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida. Adicionamos anos à extensão de nossas vidas, mas não vida à extensão de nossos anos. Já fomos à Lua e dela voltamos, mas temos dificuldade em atravessar a rua e nos encontrarmos com nosso novo vizinho.


Conquistamos o espaço exterior, mas não nosso espaço interior. Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma. Dividimos o átomo, mas não nossos preconceitos. Escrevemos mais, mas aprendemos menos. Planejamos mais, mas realizamos menos.


Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência. Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral. Temos mais comida, mas menos apaziguamento. Construímos mais computadores para armazenar mais informações para produzir mais cópias do que nunca, mas temos menos comunicação. Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.


Estes são tempos de refeições rápidas e digestão lenta; de homens altos e caráter baixo; lucros expressivos, mas relacionamentos rasos. Estes são tempos em que se almeja paz mundial, mas perdura a guerra nos lares; temos mais lazer, mas menos diversão; maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição. São dias de duas fontes de renda, mas de mais divórcios; de residências mais belas, mas lares quebrados.


São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade também descartável, ficadas de uma só noite, corpos acima do peso, e pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar.
É um tempo em que há muito na vitrine e nada no estoque; um tempo em que a tecnologia pode levar-lhe estas palavras e você pode escolher entre fazer alguma diferença, ou simplesmente apertar a tecla Del.

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2 comentários

  1. às vezes apertar a tecla "Del" é fazer a diferença, mas em pouquíssimos casos. Muito interessante o texto e vale uma reflexão profunda para avaliarmos como gastamos nosso tempo e passarmos a investir o tempo no que realmente importa.

    Não é um caminho fácil, porque o desperdício de tempo com futilidades é atrativo, mas sou um bom aluno, se você me ajudar

    Beijos,

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  2. Também estou aprendendo. Ou melhor, tentando aprender a utilizar meu tempo com pessoas e coisas que de fato me façam bem. Detalhe, estou aprendendo, em parte contigo, uai. Você é parte disso. Como assim? Não sabia? rsrsrs...

    Mas, podemos fazer um pacto, o que achas? VALORIZAR O MÁXIMO DAS COISAS LUGARES E PESSOAS BOAS E NÃO DAR A MÍNIMA PARA AS NÃO TÃO BOAS. E aí? Topas?

    De verdade, mesmo. Acho que vida é curta demais prá valorizar o que é ruim.

    Por outro lado, é super urgente, nos permitir. Fazer o bem, sem olhar a quem. Ser ou ficar feliz é uma decisão e uma atitutde.
    Bjos, mil

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